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Ondas gravitacionais

19 de fevereiro de 2016 Deixe um comentário

Olá!

Neste post irei falar um pouco dessa grande detecção, qual detecção!? Ora…a detecção das ondas gravitacionais.

Olha a onda, olha a ondaaa…

 

Para quem ainda não sabe o que é onda gravitacional, acesse este link do YouTube:

Explicação das ondas gravitacionais

 

 

 

Há 100 anos nosso querido cientista Einsten teorizou sobre as ondas gravitacionais na sua teoria da relatividade, o que isso significa!? Significa que o tecido do espaço-tempo pode se dobrar. Sei e o que eu tenho a ver com isso? Eu não vou para o espaço… Bom para nós meros mortais longe da física, absolutamente nada, por enquanto, pois no futuro nós podemos utilizar este conceito para viajar no espaço, isso mesmo viajar no espaço. Nos dias atuais na melhor hipótese uma espaçonave demora 2 anos aproximadamente para chegar a marte, considerando que nossa casa e o planeta vermelho estão o mais próximo possível, imagina se nós pudéssemos dobrar o tecido e chegarmos em 1 mês, que fantástico seria..ahahahhhh sonho meu…

 

E não é somente isso, o que já é incrível, com a capacidade de detecção das ondas poderemos estudar o que aconteceu no momento do Big Bang, considerando que as ondas elas viajam a velocidade da luz (Foi o Einsten que falou! kkkk, e eu acredito!) por exemplo os buracos negros que foram utilizados para detectar as ondas se fundiram há 1,3 bilhões de anos, ou seja, outro buraco negro pode ter até se fundido com este também, quem disse que não podemos ver o passado. Kkkkkkkkk

ScreenHunter_003.jpg

Estas duas crianças, comedoras de tudo se fundiram há 1,3 bilhões de anos.

ScreenHunter_004.jpg

No momento do impacto das ondas gravitacionais, o laser e seus reflexos se desalinharam e parte da luz deles chegou ao detector. Pela teoria, as ondas gravitacionais criam perturbações no tecido do espaço-tempo e deformam os objetos em seu caminho.

As ondas geradas pela colisão dos dois buracos negros mudaram as dimensões dos tubos do LIGO (Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro), deslocando 4 milésimos do diâmetro de um próton, partícula subatômica do núcleo dos átomos.

ScreenHunter_005.jpg

 

O  que vocês acham que a detecção das ondas gravitacionais significam? Talvez o começo da busca espacial além do sistema solar com humanos, a colonização de Marte esta mais perto… sei não.

 

 

 

 

 

 

 

Deixe nos comentários seu palpite.

Atenciosamente,

PPSC

 

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Tartaruga em cima do poste

17 de maio de 2015 Deixe um comentário

Bom dia, pessoal!

Segue mais uma publicação do seu blog favorito: Mundonos – Sempre a frente do mundo!!!

Tartaruga em cima do poste

Tartaruga em cima do poste, quem nunca viu isto em sua empresa.

Até a próxima, por favor não esqueçam de comentar. Abraços!

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Como funciona o Mundo Corporativo

2 de novembro de 2012 Deixe um comentário

‘Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório
e pegava duro no trabalho
A formiga era produtiva e feliz.
O diretor marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar
os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca,
e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela
movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de
uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior)
para ajuda-lá a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia
como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. ‘

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A origem da Lei de Murphy

18 de setembro de 2011 Deixe um comentário

Você está preso em um congestionamento gigantesco e está louco para chegar em casa, mas para seu desânimo, percebe que todas as outras faixas parecem estar andando, menos a sua. Você muda de faixa, mas assim que passa para outra faixa, os carros param. Com o carro parado, você nota que todas as faixas estão andando menos a sua.

Bem-vindo ao irritante mundo da Lei de Murphy. Essa expressão diz que tudo que pode dar errado vai dar errado. E pode ser isso mesmo. Não é devido a algum poder misterioso que a lei tenha. Na verdade, somos nós que damos importância à Lei de Murphy. Quando tudo dá certo, nem pensamos nisso. Afinal, esperamos que as coisas funcionem a nosso favor. Mas quando algo dá errado, procuramos razões.

Pense sobre caminhar. Quantas vezes você chegou ao seu destino e pensou “Nossa! Eu caminho muito bem”? Mas se você tropeça no meio-fio e rala o joelho, aposto que você vai pensar por que isso tinha que acontecer com você.

A Lei de Murphy tira vantagem da nossa tendência de enfatizar o negativo e não perceber o que é positivo. Ela se baseia nas leis da probabilidade – a possibilidade matemática de que algo vai acontecer.

A lei captura nossa imaginação. A Lei de Murphy e seus desdobramentos foram reunidos em livros e sites. Várias bandas têm seu nome e a Lei de Murphy também é um nome popular para pubs irlandeses e tavernas pelo mundo todo. Também foi o nome de um filme de ação.

Mas a Lei de Murphy é um conceito relativamente novo, que data da metade do século passado. O mágico Adam Hull Shirk escreveu em um ensaio em 1928, “De Como Evitar as Coisas”, relatando que, em um ato de mágica, nove de dez coisas que podem dar errado geralmente dão errado. Mesmo antes disso, ela era chamada de Lei de Sod, que diz que qualquer coisa ruim que pode acontecer a um pobre ingênuo vai acontecer. Na verdade, a Lei de Murphy ainda é chamada de Lei de Sod na Inglaterra.

Quem foi o capitão Edward A. Murphy Jr.?

Acredite ou não, Murphy existiu e morou nos Estados Unidos até sua morte em 1990. O capitão Edward A. Murphy Jr. era engenheiro da Força Aérea. Apesar de ter participado de outros testes de design de engenharia nas suas carreiras civil e militar, foi um teste do qual ele participou – quase por acaso – que deu origem à Lei de Murphy.

 O coronel John Paul Stapp a bordo do trenó foguete
Em 1949, na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, oficiais conduziam os testes do projeto MX981 para determinar de uma vez por todas quantos Gs (a força da gravidade) um ser humano poderia suportar. Eles acreditavam que suas descobertas poderiam ser aplicadas a futuros designs de aviões.

A equipe usou um trenó foguete chamado “Gee Whiz” para simular a força de uma colisão aérea. O trenó andou a mais de 320 km/h em um trilho de 800 metros, chegando a uma brusca parada em menos de um segundo. O problema era que, para descobrir quanta força uma pessoa aguentaria, a equipe precisava de uma pessoa de verdade para fazer o experimento. É aí que entra o coronel John Paul Stapp. Stapp foi um físico de carreira da Força Aérea e se ofereceu para dar uma volta no trenó-foguete. Durante vários meses, Stapp andou várias vezes no aparelho e cada volta era uma tortura física. Ele acabou com ossos quebrados, concussões e vasos sanguíneos rompidos nos olhos, tudo em nome da ciência.

Murphy frequentou um desses testes, levando um presente: um conjunto de sensores que poderiam ser presos às cintas que prendiam Stapp ao trenó-foguete. Os sensores eram capazes de medir a quantidade exata de força G aplicada quando o trenó-foguete fazia a parada súbita, tornando os dados mais confiáveis.

O primeiro teste depois que Murphy prendeu seus sensores nas cintas produziu uma leitura igual a zero – todos os sensores haviam sido conectados de forma incorreta. Para cada sensor, havia duas maneiras de fazer a conexão e cada um deles foi instalado de maneira incorreta.

Quando Murphy descobriu o erro, resmungou alguma coisa sobre o técnico, que foi supostamente responsabilizado pelo estrago. Murphy disse algo como “se há duas formas de fazer alguma coisa e uma delas vai resultar em um desastre, é assim que ele vai fazer”.

Pouco tempo depois, Murphy voltou para o Aeroporto Wright, sua base. Mas Stapp, conhecido por seu senso de humor e perspicácia, reconheceu a universalidade do que Murphy havia dito e em uma coletiva de imprensa disse que a segurança da equipe do trenó foguete deveu-se à Lei de Murphy. Ele disse à imprensa que a Lei significava que “Tudo que pode dar errado dá errado”.

Bastou isso. A Lei de Murphy começou a aparecer em publicações aeroespaciais e, logo depois, caiu na cultura popular tendo inclusive sido transformada em livro nos anos 70.

                                                 ALGUMAS LEIS:

  • A outra faixa sempre anda mais rápido.
  • Há dois tipos de pessoas: as que dividem as pessoas em tipos e as que não o fazem.
  • O poder corrompe; o poder absoluto corrompe absolutamente.
  • O que você perdeu está sempre no último lugar em que você procura.
  • Qualquer sociedade suficientemente avançada é indistinguível de mágica.
  • Abençoado seja aquele que nada espera, pois não se desapontará.
  • Um atalho é a maior distância entre dois pontos.
  • Quem pode, faz. Quem não pode, ensina.
  • Um projeto bom hoje é melhor que um projeto perfeito amanhã.

A Lei de Murphy e a Lei da Entropia

Na verdade, a Lei de Murphy é sustentada por uma lei natural aceita: a entropia. Essa lei é usada com mais frequência no estudo da termodinâmica – a maneira como a energia muda de uma forma para outra – e diz que, no universo, os sistemas tendem a acabar em desordem e confusão. A entropia, também conhecida como a segunda lei da termodinâmica, sustenta a afirmação da Lei de Murphy que diz que o que pode dar errado vai dar errado.

 

Evitando a Lei de Murphy

 

Enquanto a maioria de nós gosta da Lei de Murphy pela capacidade de explicar nosso senso de impotência em certos casos, outros enxergam a lei como uma ferramenta. Pelo menos uma pessoa a vê como uma equação matemática que pode prever as chances de processos darem errado. Joel Pel, engenheiro biológico da University of British Columbia, criou uma fórmula que prevê a ocorrência da Lei de Murphy.

Fórmula de Joel Pel

A fórmula usa uma constante igual a um, um fator inconstante e algumas variáveis. Nesta fórmula, Pel usa a importância do evento (I), a complexidade do sistema envolvido (C), a urgência da necessidade de o sistema funcionar (U) e a frequência com que o sistema é usado (F).

Em um ensaio escrito para a revista Science Creative Quarterly, Pel usa o exemplo de prever a ocorrência da Lei de Murphy quando um motorista precisa dirigir seu Toyota Tercel  em um trajeto de aproximadamente 100 km até sua casa debaixo de uma tempestade sem que a embreagem quebre. Usando a Equação de Murphy, Pel chegou a uma resposta igual a 1, o que significa que a embreagem do Tercel com certeza vai quebrar em uma tempestade. Apesar de todos que conhecem um Tercel esperarem que isso aconteça, é um certo consolo saber que isso pode ser previsto matematicamente

A Lei de Murphy lembra aos engenheiros, programadores de computador e cientistas uma verdade muito simples: sistemas falham. Em alguns casos, a falha de um sistema significa que o experimento deve ser repetido. Em outros casos, o resultado de uma falha pode custar muito mais caro.

A NASA sabe disso. A agência espacial já teve inúmeras falhas e, apesar de o número ser proporcionalmente pequeno em relação ao seu sucesso, as falhas geralmente custam muito caro. Ironicamente, no caso de uma nave não tripulada em órbita, um conjunto de sensores tinha duas maneiras de ser conectado e – exatamente como aconteceu no teste Gee Whiz de Murphy – todos os sensores foram conectados de maneira incorreta. Quando os sensores não funcionaram como havia sido projetado, os para-quedas, cujo propósito era diminuir a velocidade da nave não abriram, e a nave se estraçalhou no meio do deserto.

São exemplos como esse, junto com a consciência da Lei de Murphy, que levaram designers a instalar dispositivos de segurança. Há vários exemplos desses equipamentos à nossa volta. Alguns são sistemas que usam escolhas limitadas para reduzir erros, como pinos de tamanhos diferentes em um plugue elétrico. Outros são mecanismos que evitam que as coisas passem de ruim para pior em caso de falha, como as máquinas de cortar grama que têm alavancas que precisam ser pressionadas para a máquina funcionar. Se a pessoa que opera a máquina soltar a alavanca, o cortador para de funcionar.

Dispositivos de segurança também são conhecidos como “à prova de idiotas”. Mas a Lei de Murphy tende a entrar em ação, mesmo quando todo cuidado foi tomado para garantir que falhas ou catástrofes não aconteçam. Isso nos leva à última lei relacionada à Lei de Murphy que mencionaremos: a Lei de Grave, que diz que “se você faz algo à prova de idiotas, o mundo criará um idiota melhor”.

 

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ATENCIOSAMENTE: PPSC

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Brasileiros são ricos

11 de setembro de 2011 4 comentários

 

Carta de um americano para um brasileiro

   

         “Caros amigos brasileiros e ´ricaços´!

  • Vocês brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem, embora tenham mais água doce disponível (aproximadamente 25% da reserva mundial de água doce está no Brasil).
  • Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade, embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente) enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluentes, produzidas por termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas nucleares.
  • Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade que acabam com os motores dos carros. (Cerca de 21% da gasolina é composta de álcool anidro e ainda querem aumentar este percentual para beneficiar os usineiros de álcool). Não dá para entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (85% é produzido aí) e ainda assim têm preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado a vários anos. (US$ 0,30 trinta centavos de Dólar = R$ 0,90 noventa centavos de Real. Obs.: gasolina pura, sem mistura).
  • Por falar em carro, vocês brasileiros pagam R$40 mil por um carro que nós nos Estados Unidos pagamos R$20 mil. Vocês dão de presente para seu governo R$20 mil para gastar não sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos Estados Unidos.
    Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres,o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMs no Brasil), e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%. No Brasil, vocês são muito ricos, afinal concordam em pagar 18% só de ICMs.
  • E já que falamos em impostos, eu não entendo por que vocês alegam serem pobres, afinal vocês não se importam em pagar, além desse absurdo ICMs mais PIS, COFINS, CPMF, ISS, INSS, IPTU, IPVA, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda fazem festa nos estádios de futebol e nas passarelas de carnaval. Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho (De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 04 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos).
  • Nós americanos, lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês (equivalente a R$ 9.300,00 Reais) enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês têm desconto retido na fonte, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos Estados Unidos, nós declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, aí sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.
  • Aí no Brasil vocês pagam escola e livros para seus filhos porque, afinal, devem nadar em dinheiro e aqui nos Estados Unidos, nós pobres pais americanos, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos.
  • Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nós pobres americanos pagamos POR ANO.
    Caro amigo brasileiro, quando você me contou que pagou de R$ 2.500,00 pelo seguro de seu carro, aí sim eu confirmei a minha tese: vocês são podres de rico!!!!! Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$345,00.
  • Quando você me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual não importando qual tipo de veículo seja.
  • Afinal, quem é rico e quem é pobre? Aí no Brasil, 20% da população economicamente ativa não trabalha.
    Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada.

Resposta de um brasileiro

Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha?”
Estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal,a moda nacional brasileira é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é preciso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito, a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada Estados Unidos que desde seu descobrimento teve uma colonização
de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração por mais de 300 anos, com nossas riquezas sendo enviadas para Portugal. E hoje ainda sofremos com essa exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais.
E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade. Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do país do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder.

 

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ATENCIOSAMENTE: PPSC

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Aprenda a jogar pôquer

25 de junho de 2011 6 comentários

poker12

Para você brasileiro que não sabe como jogar pôquer aí vai um tutorial muito bom ( Feito por quem vos fala) para que você pare de ser um zé ninguém das cartas.

Este é um manual básico de Texas Pôquer:

Texas Hold’em Pôquer é o estilo mais comum em mesas de Pôquer. É também a variante de pôquer mais popular na maioria dos cassinos. Seu formato sem limite de apostas é utilizado em vários grandes eventos da World Series of Pôquer.

Para jogar é necessário pelo menos 2 pessoas, as fichas com seus valores (ex.: branca vale 2, verde vale 3, azul vale 5, vermelho vale 10) e é claro um baralho.

Para começar as fichas são distribuídas igualmente entre os participantes, existe uma figura ( não essencial ao jogo) que o Dealer que fica responsável por distribuir as cartas aos jogadores, colher as apostas e virar as cartas, se não existir essa pessoa cada jogador é o Dealer a cada rodada.

O pôquer é jogado com apenas um baralho, e para começar é preciso distribuir duas cartas para cada jogador, essas cartas devem ser entregues separadamente, ou seja, todos os jogadores devem receber uma carta primeiro para depois receber a outra.

Então coloca-se 5 cartas viradas com naipe para baixo, essas cartas da mesa são para o uso de todos os jogadores, ou seja, cada jogador conta com 7 cartas para fazer seu jogo, as duas da sua mão e as 5 da mesa.

O objetivo do jogo é levar o pote ( montante de fichas apostadas), e para conseguir este objetivo é necessário montar jogos como: pares (um par de 8), trincas( três damas), quadras(quatro reis), ou sequencia de 5 cartas( sequencia de 5 cartas de mesmo naipe).

Antes de qualquer carta ser mostrada começam as apostas, a pessoa seguinte ao Dealer aposta obrigatoriamente o valor mínimo conhecido como Small Blind, a pessoa seguinte aposta o dobro do que a anterior apostou o Big Blind. Isto é obrigatório somente para as duas primeiras pessoas sentadas ao lado do Dealer e somente é aplicado na primeira aposta de cada rodada. Os jogadores em sequencia devem obrigatoriamente igualar ou aumentar a aposta do Big Blind para continuar na rodada, isto tudo antes de mostrar qualquer carta.

Todos os jogadores devem ter a oportunidade de tomar uma decisão: “call” (cobrir a aposta), “raise” (aumentar a aposta), “fold”(abandonar) ou “check” (passar a vez).

Todos deverão ter coberto a maior aposta da mesa para continuar na rodada, assim, mostra-se as três primeiras cartas da mesa e recomeçam as apostas. O Small Blind é responsável por começar as apostas e este pode optar por não apostar nada, se decidir por isso deverá chamar ‘mesa’, mas caso alguém aposte este deve cobrir a aposta para continuar no jogo.

Após apostas na mesa, vira-se a próxima carta e recomeça as apostas. Apostas a mesa vira-se a ultima carta e e recomeçam as apostas. Quem tiver a sequencia de maior valor ganha a rodada.

O jogo só termina quando um jogador esta com todas as fichas do jogo.

 

Classificação das cartas:

 

1. Sequência Real: São 5 cartas de mesmo naipe de 10 até o As.

Royal Flush.png

2. Sequência de mesmo naipe: São cinco cartas de mesmo naipe que não seja do 10 até o As.

Straight Flush.png

3. Quadra ou Poker: São quatro cartas iguais.

Poker.png

4. Full House ou Full Hand: São um trio e um par.

Full.png

5. Flush ou Cor: são 5 cartas do mesmo naipe sem serem seguidas.

Flush.png

6. Sequência: São 5 cartas seguidas de naipes diferentes.

Straight.png

7. Trinca: São 3 cartas iguais mais 2 diferentes.

Three of a kind.png

8. Dois pares: São dois pares de cartas.

Two Pairs.png

9. Par: São duas cartas iguais e 3 diferentes.

One Pair.png

10. Carta mais alta: Ganha quem tiver a carta mais alta.

No Pair.png

 

Espero que tenha ajudado vocês a aprenderem a jogar pôquer direito.

Não deixem de comentar!!!

Atenciosamente PPSC

Pior filme da história: Segurança Nacional – S.O.S. Brasil

4 de maio de 2011 2 comentários

Desde o lançamento do filme, Tropa de Elite de José Padilha, e seu estrondoso sucesso com personagens, somente para citar um: Capitão Nascimento, e diversos bordões, como: “Pede para sair!” ou “Senta do dedo nessa po…a!”, o cinema nacional ganhou uma credibilidade que até então não o tinha. Dessa forma, todos os filmes tupiniquins passaram a ser alvo de uma enorme expectativa por parte do público, em razão do grande trabalho de José Padilha e cia, na esperança de um futuro melhor, quem sabe, poderíamos sonhar com filmes como os americanos, mas com a realidade brasileira.      Entretanto, a expectativa foi por água abaixo com o filme, Segurança Nacional – S.O.S. Brasil de Roberto Carminati. O filme começou bem, com um trailer muito bem elaborado, pois, mostra ação com caças da FAB – Força Aérea brasileira, uma estória interessante e que nos faz pensar que realmente poderia haver uma situação parecida na fronteira brasileira (guardando as devidas proporções), devido aos nossos vizinhos mais instáveis politicamente. Desse modo, o trailer conseguiu trazer uma sensação de quero mais, ou seja, de querer ver o filme todo.

Assista o trailer de Segurança Nacional: Aqui

Infelizmente, o filme conta com grandes problemas que vai de elenco a falta de conexão da estória. Veja abaixo:

Lista de problemas:

1. Elenco: O elenco não condiz com o estilo de ação do filme, principalmente pelo protagonista, Thiago Lacerda que não se encaixa no personagem principal  de forma alguma, o ator foi lento em suas falas, parecia desmotivado a fazer esse filme. Mas outros atores, também tem sua parcela de culpa, o mesmo problema de desinteresse e atuação de Lacerda, se repetiu na maioria deles.

2. Filmografia: O filme parecia que não tinha diretor, as ações dos personagens não tinha absolutamente nada com a situação que o país estava vivendo no filme, as câmeras estavam mal alocadas, pois não valorizaram nenhum aspecto dos personagens e nem das máquinas incríveis que tinham em mãos e finalmente, a estória foi tão devagar que quase dormi (era para ser um filme de ação), e mesmo com essa lentidão, não se conseguiu contar uma estória.

3. Efeitos Especiais: Um dos piores que já vi, evidenciado pelo abate de uma avião pela FAB, que realmente me lembrou de jogos de computador do começo dos anos 2000.

4.Roteiro: A ideia inicial era fazer um filme de ação “made” EUA com cenas de ação e grandeza por parte de um símbolo (Brasil). Entretanto, na hora de escrever o roteiro, eu acho que o computador deu problema e deletou por acidente algumas partes do filme, pois uma cena não se encaixava na outra, você poderia assistir uma cena e na cena seguinte, você tinha que se perguntar: O que?

É esse filme que é o que chamamos de grande investimento no Brasil, que nem nas madrugadas da globo passará na sessão cinema nacional.

É esse filme que era chamado de melhor filme se ação depois de Tropa de Elite.

“O melhor filme de ação desde Tropa de Elite. Aviões de caça, explosões, operações especiais, show de efeitos especiais, espionagem, serviço secreto, forças armadas, perseguições, terroristas.”

Crítica: A questão é que no Brasil ninguém se importa de fazer um filme de qualidade com algumas poucas exceções, é claro, já que o público não reclama, pois, sabe que verá bons filmes vindos de outros países. E eu ainda não falei do problema com essa câmera de movimentando. Sério, eu não sei vocês, mas quando eu assisto a um filme eu, realmente, não gosto de ver uma câmera movimentando com a pessoa, isso parece que a produção somente tinha uma câmera e teve que improvisar com ela.

Não esqueçam de deixar seu comentário. Tchau!

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