Lógicas matemáticas
Lógicas matemáticas deixam pessoas com grande anseio em descobrir e sem mais delongas aí estão duas complicadas:
1- Qual o próximo número e quantas vezes ele aparece?
02 02 05 05 05 08 08 08 08 08
12 12 12 12 12 12 12 12 12 12
18 18 18 18 18 18 18 18 18 18
24 24 24 24 24 24 24 24 24 24
24 …
2- Encontre as incógnitas.
3x + 7y + 1z = 31,50
7x + 10y + 1z = 42,00
E aí difícil? Não deixem de comentar.
Pilotando!
Ken Block (nascido em 21 de novembro de 1967, em Long Beach, Califórnia), um dos co-fundadores e recentemente nomeado chefe da marca oficial da DC Shoes. Block competiu em muitos eventos de esportes de ação, incluindo skate, snowboard, motocross, e principalmente corridas de rali.
Ken Block fundada DC Shoes com Damon Way, em 1994. Começaram a DC Shoes como uma pequena empresa de criação de tênis para skatistas. Ken Block acredita que, como outros atletas, os skatistas necessitavam de calçados especiais para competir ao mais alto nível. Way e Block começarem a comercializar estes sapatos e o negócio começou a crescer no mundo dos esportes de ação. Em maio de 2004, a DC Shoes foi adquirida pela Quiksilver Inc. Esta operação fez parte da empresa de 2 bilhões de dólares da família esportes de ação. Hoje, a DC Shoes é conhecida por sua grande variedade de esportes de ação artes, incluindo sapatos e outros vestuários. Para comercializar esses produtos Ken Block e outros associados DC Shoes assinaram uma lista de atletas de classe mundial dos esportes de ação no mercado, desenvolver linhas de assinatura, e melhorar cada vez maior de negócios DC Shoes’.
Olhem o que ele faz:
Mais vídeos do homem: www.youtube.com/watch?v=HQ7R_buZPSo
Você conseguiria fazer isto?
Conselhos de um sábio pai
Cruzeiro sempre!!!
CRUZEIRO…
O Cruzeiro não é apenas um time de futebol.
O Cruzeiro é a razão e a emoção mais de 8 milhões de guerreiros que formam uma verdadeira nação.
Uma nação que há 90 anos, vive apenas por suas realizações.

Que é o azul e branco, as cores apenas de sua armadura.
Que se preocupa exclusivamente com o sucesso do Cruzeiro.

O tamanho deste país é proporcional à extensão da paixão de seus seguidores. E também, proporcionalmente, cresce a cada dia.

Independentemente de onde o cruzeiro for. Chuva ou sol, frio ou calor. No estádio, em casa ou em qualquer outro lugar.

A única torcida com sangue azul correndo em suas veias.
E orgulho de bater no peito com o escudo das estrelas para se certificar de que não importa onde, quando ou como será …
…CRUZEIRO SEMPRE!!!
Diferenças entre Orkut e Facebook

Atualmente é quase impossível pensar que a grande rede social da Google, “inaugurada” em 24 de janeiro de 2004 e nomeada segundo seu criador, um dia sequer imaginou alcançar o prestígio que possui. Hoje, o Orkut conta com cerca de 60 milhões de usuários cadastrados no mundo todo.
Entretanto, o glamour do Orkut é quase completamente voltado apenas para dois países: Brasil e Índia, respectivamente com 50,77% e 20,29% dos usuários da rede. O terceiro colocado, Estados Unidos, já se encontra com uma taxa bem menor: 17,74%.
Fundado em 4 de fevereiro de 2004, o Facebook conta atualmente com mais de 400 milhões de usuários cadastrados e destes, 100 milhões o utilizam também via celular. De todos os usuários ativos, ao menos metade efetua login na rede a cada dois dias no mínimo. Apenas 30% dos usuários do Facebook são moradores dos Estados Unidos.
No quesito popularidade, certamente você pôde observar que o Facebook está na dianteira e com uma grande folga com relação ao Orkut, que basicamente só é popular em dois países. O número de perfis falsos (“fakes”) também é muito maior no Orkut, visto que o Facebook possui uma política de monitoramento para tal mais severa, ao menos no quesito “fakes de pessoas reais”.
Interface principal
A organização de interface principal das duas redes, depois do lançamento do “Novo Orkut” no final de 2009 é muito semelhante. Antes, o Orkut era, ao menos em aparência, bem diferente do Facebook. Mesmo que recentemente a página principal do Facebook também tenha sofrido algumas alterações, ainda assim as aplicações continuam idênticas.
As principais diferenças estão na disposição dos elementos. Na página inicial do Orkut, as coisas são mais lineares. Você observa visitantes do perfil, logo abaixo sugestões de amigos e atualizações de perfil separadas em duas abas: atualizações de amigos e as do seu perfil, embora, as suas também apareçam na aba de amigos.
A “moldura” de página do Orkut não é alterada, mostrando seus amigos e comunidades tanto na página inicial quanto na de perfil. Na página inicial do Facebook estão presentes ao centro da aplicação, atualizações e notícias de seus amigos, grupos e páginas.
Ao lado esquerdo está a imagem do usuário, juntamente com um link para ver o perfil. Ainda nessa lateral estão disponíveis atalhos de acesso rápido para aplicativos, grupos, jogos, etc., e os amigos que estiverem online. Ao lado esquerdo você acessa sugestões de amigos e requisições de aplicativos.
A página de perfil do Orkut é mais voltada para informações pessoais do que a do Facebook. O Facebook divide sua página de perfil em três partes: “Wall” (com informações de atividades recentes do usuário, inclusive de aplicativos e recados de outras pessoas), “Info” (informações do usuário) e “Photos” (que abriga os álbuns propriamente ditos).
Por padrão, ao visitar um perfil, ele aparece aberto no “Wall”. Ao lado esquerdo estão algumas informações básicas do usuário juntamente com seus amigos, atalho para seus álbuns e links (integrados com outras páginas).
Dentro da seção de links é possível observar endereços de aplicativos externos que foram compartilhados pelo usuário, visto que o Facebook permite tal função para diversas páginas e serviços (como Fotolog, Flickr, Twitter, entre outros). A única integração possível para o Orkut, nesse sentido é o “Promova”, que permite publicar links externos caso a página da qual eles são oriundos possua o compartilhamento necessário.
Na página de perfil do Orkut, você observa informações básicas do usuário seguidas logo abaixo pelos dados preenchidos pelo dono do perfil no campo “Sobre”. Em seguida, aparecem os recados de outros usuários, atualizações e por último os depoimentos (não existe função semelhante no Facebook).
Em ambas as redes (embora no Orkut isso tenha aparecido a partir de 2008) há um campo dedicado ao “status” do usuário. Ele fica logo ao topo da página e é possível digitar um texto livre (com limite de poucos caracteres) que normalmente é utilizado para enviar frases com humor, atividade que esteja fazendo, etc. para seus amigos.
A maior diferença entre as duas aplicações no quesito “interface” certamente são os temas do Orkut. Embora recente, o Orkut agora permite mudar as cores do perfil e até mesmo adicionar um tema que preencha todo o fundo (com disponibilidade de vários tipos), enquanto no Facebook o usuário tem que ficar feliz com a aparência básica da rede.
Adicionar amigos
Esta função segue a mesma receita para as duas redes. Você pode adicionar pessoas a partir das sugestões de amigos exibidas no perfil ou buscando-as diretamente na rede. No Facebook também é disponibilizada uma opção interna na qual você informa seu e-mail e ele procura por seus contatos na rede.
Aplicativos
Os aplicativos já eram coisa antiga no Facebook quando foram implementados como “uma grande novidade” no Orkut. Independente da rede, eles são responsáveis por grande parte da movimentação dos usuários.
O acesso aos aplicativos no Orkut é mais fácil, podendo ser feito pela aba ao lado das informações na própria página do perfil. Já no Facebook, se você não criar um atalho, tem que procurar a página do aplicativo cada vez que quiser utiliza-ló.
Um dos aplicativos mais utilizados do Facebook atualmente é o famoso joguinho “FarmVille”, que, sozinho, possui mais usuários do que o Orkut (cerca de 83 milhões). Sua “aplicação irmã” no Orkut é o “Colheita Feliz”, que também já vem movimentando um grande número de adesões. Ainda assim, um dos mais utilizados no Orkut é o “BuddyPoke”.
O Facebook além de possuir um aplicativo idêntico ao “BuddyPoke” (inclusive com o mesmo nome), também conta com uma série de outras aplicações que (em separado) podem exibir seu humor, enviar corações, guerras de travesseiros, entre outras coisas do gênero.
Comunidades x Grupos x Páginas
Outra coisa que movimenta muito as redes são as comunidades e suas variações. Comunidades são, de certa forma, uma maneira de as pessoas identificarem-se com outros membros que possuam gostos semelhantes e discutir assuntos pertinentes ao assunto ao qual ela é relacionada.
No Orkut você possui apenas a opção de comunidades que apresentam uma página principal com imagem e informações e uma parte voltada para o fórum e eventos dela. A seção de enquetes costuma movimentar a comunidade um pouco menos do que os debates do fórum. Você pode acessar suas comunidades a partir da interface principal do aplicativo.
O Facebook possui duas modalidades de “comunidades”: os grupos e as páginas. Em aparência ambos são semelhantes, o que difere é a natureza da função e as informações presentes em cada um deles. Grupos, assim como as comunidades, são movimentados por fóruns e dados pertinentes ao assunto.
As páginas funcionam como um perfil, porém são voltadas para empresas, filmes, séries, etc. Você pode se tornar fã de uma página e acessar seu conteúdo, além de receber em seu mural informações sobre o assunto central para o qual ela é voltada e suas atualizações. As páginas também são uma forma de empresas e pessoas famosas disponibilizarem algo sobre elas e não precisarem adicionar milhares de desconhecidos em seu perfil pessoal.
Você pode acessar as páginas de que é fã na seção “Info” da página de perfil do Facebook. Os grupos possuem, por padrão, um atalho na página inicial ao lado esquerdo, mas também podem ser acessados na parte de “Info” do perfil.
Privacidade
Não há como manter total privacidade se você está cadastrado em uma rede social, entretanto, é possível não “escancarar completamente” suas informações para todo e qualquer desconhecido que a acessa. Nesse quesito, o Facebook está muito à frente do Orkut.
No Facebook, se você não faz parte da rede de amigos de determinado usuário, tudo o que você pode ver é a miniatura da foto do perfil e informações bem básicas, além de fotos de álbuns abertos a todos.
No Orkut, embora as opções de privacidade tenham melhorado bastante, permitindo bloquear recados, vídeos e fotos e tudo o mais que estiver preenchido, comunidades e amigos estão abertos aos olhos de qualquer um.
Segurança
Neste quesito, embora haja diferenças, você nunca pode confiar 100% em um ou outro. As redes sociais, devido a movimentarem uma grande fatia dos usuários da internet são alvos constantes de pessoas mal-intencionadas. Aqui fica a velha dica: clique apenas no que você confia e procure não abrir links de fontes duvidosas.
E, finalmente…
Não há como dizer que uma rede é melhor do que a outra, pois gosto é algo realmente muito pessoal e extremamente diferente de uma pessoa para outra. Entretanto, o Facebook é deveras mais sério do que o Orkut e os usuários dele também costumam fazer com que essa afirmação seja verdadeira. Além disso, o Facebook possui mais opções de aplicativos e as páginas que, são um grande diferencial.
O Orkut, por outro lado, preocupa-se mais com detalhes na aparência (como o tema) e possui como principais diferenciais a exibição de visitas no perfil, para que você saiba quem “andou olhando sua página” e os depoimentos, que são coisas mais voltadas para “exibir o afeto por seus amigos”.
E aí dê sua opinião qual a melhor rede social?
Atenciosamente: PPSC
Fonte: Baixaki
Facebook é menor que Orkut no Brasil
A rede social Facebook, que tem mais de 700 milhões de usuários em todo o mundo, é líder de audiência em toda a América Latina com 91 milhões de visitantes em toda a região. O único país em que a rede de Mark Zuckerberg não é líder é o Brasil, onde o Orkut lidera com cerca de 35 milhões de usuários. As informações são do relatório “A Ascensão das Redes Sociais na América Latina” apresentado nesta terça-feira (20) pela empresa de pesquisa ComScore e traz dados referentes a junho de 2011.
Um levantamento do instituto de pesquisa Ibope Nielsen Online, apresentado recentemente e que usa outros mecanismos de medição, aponta que o Facebook ultrapassou o Orkut no Brasil em agosto.
No ranking geral de redes sociais na América Latina, o Facebook ocupa a 1ª posição com 91 milhões, na sequência vem o Windows Live Profile (site ligado aos serviços do Windows Live Messenger) com 35,8 milhões de usuários e, em terceiro, o Orkut com o total de 34,4 milhões. O Twitter vem na 4ª posição com 24,3 milhões. Esses números consideram usuários com idade acima de 15 anos e que acessaram a internet em casa ou no local de trabalho.
Brasil, terra do Orkut
A liderança do Orkut no Brasil, segundo dados de junho deste ano, mostra que o Orkut teve 35,7 milhões de visitantes, enquanto o Facebook teve 24,5 milhões. Apesar da diferença de pouco mais de 10 milhões de visitantes entre as redes sociais, há uma grande tendência de crescimento de usuários do Facebook. O levantamento considerou usuários com idade acima de 6 anos e que acessaram a internet de casa ou do local de trabalho.
A título de comparação, em junho de 2010, o Facebook tinha no Brasil 8 milhões de visitas e passou para 24,5 milhões neste ano – pouco mais que o triplo de usuários. Já o Orkut, no mesmo período, cresceu 20%, somando 35,7 milhões de usuários.
Mesmo com todo o crescimento no número de visitas, os usuários do Facebook são, segundo a pesquisa, menos engajados que os do Orkut. Neste quesito, o visitante médio do Orkut passou 4,3 horas na rede social, enquanto o usuário que tem perfil no Facebook gastou 1,6 hora durante o mês acessando o site.
Ao todo, 43,9 milhões de usuários brasileiros acessam redes sociais. Isso quer dizer que a cada dez internautas do país, nove visitam sites como Facebook, Orkut, Twitter, etc.
Atenciosamente: PPSC
Veja também: Homens não entendem o que as mulheres dizem.
A origem da Lei de Murphy
Você está preso em um congestionamento gigantesco e está louco para chegar em casa, mas para seu desânimo, percebe que todas as outras faixas parecem estar andando, menos a sua. Você muda de faixa, mas assim que passa para outra faixa, os carros param. Com o carro parado, você nota que todas as faixas estão andando menos a sua.
Bem-vindo ao irritante mundo da Lei de Murphy. Essa expressão diz que tudo que pode dar errado vai dar errado. E pode ser isso mesmo. Não é devido a algum poder misterioso que a lei tenha. Na verdade, somos nós que damos importância à Lei de Murphy. Quando tudo dá certo, nem pensamos nisso. Afinal, esperamos que as coisas funcionem a nosso favor. Mas quando algo dá errado, procuramos razões.
Pense sobre caminhar. Quantas vezes você chegou ao seu destino e pensou “Nossa! Eu caminho muito bem”? Mas se você tropeça no meio-fio e rala o joelho, aposto que você vai pensar por que isso tinha que acontecer com você.
A Lei de Murphy tira vantagem da nossa tendência de enfatizar o negativo e não perceber o que é positivo. Ela se baseia nas leis da probabilidade – a possibilidade matemática de que algo vai acontecer.
A lei captura nossa imaginação. A Lei de Murphy e seus desdobramentos foram reunidos em livros e sites. Várias bandas têm seu nome e a Lei de Murphy também é um nome popular para pubs irlandeses e tavernas pelo mundo todo. Também foi o nome de um filme de ação.
Mas a Lei de Murphy é um conceito relativamente novo, que data da metade do século passado. O mágico Adam Hull Shirk escreveu em um ensaio em 1928, “De Como Evitar as Coisas”, relatando que, em um ato de mágica, nove de dez coisas que podem dar errado geralmente dão errado. Mesmo antes disso, ela era chamada de Lei de Sod, que diz que qualquer coisa ruim que pode acontecer a um pobre ingênuo vai acontecer. Na verdade, a Lei de Murphy ainda é chamada de Lei de Sod na Inglaterra.
Quem foi o capitão Edward A. Murphy Jr.?
Acredite ou não, Murphy existiu e morou nos Estados Unidos até sua morte em 1990. O capitão Edward A. Murphy Jr. era engenheiro da Força Aérea. Apesar de ter participado de outros testes de design de engenharia nas suas carreiras civil e militar, foi um teste do qual ele participou – quase por acaso – que deu origem à Lei de Murphy.

Em 1949, na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, oficiais conduziam os testes do projeto MX981 para determinar de uma vez por todas quantos Gs (a força da gravidade) um ser humano poderia suportar. Eles acreditavam que suas descobertas poderiam ser aplicadas a futuros designs de aviões.
A equipe usou um trenó foguete chamado “Gee Whiz” para simular a força de uma colisão aérea. O trenó andou a mais de 320 km/h em um trilho de 800 metros, chegando a uma brusca parada em menos de um segundo. O problema era que, para descobrir quanta força uma pessoa aguentaria, a equipe precisava de uma pessoa de verdade para fazer o experimento. É aí que entra o coronel John Paul Stapp. Stapp foi um físico de carreira da Força Aérea e se ofereceu para dar uma volta no trenó-foguete. Durante vários meses, Stapp andou várias vezes no aparelho e cada volta era uma tortura física. Ele acabou com ossos quebrados, concussões e vasos sanguíneos rompidos nos olhos, tudo em nome da ciência.
Murphy frequentou um desses testes, levando um presente: um conjunto de sensores que poderiam ser presos às cintas que prendiam Stapp ao trenó-foguete. Os sensores eram capazes de medir a quantidade exata de força G aplicada quando o trenó-foguete fazia a parada súbita, tornando os dados mais confiáveis.
O primeiro teste depois que Murphy prendeu seus sensores nas cintas produziu uma leitura igual a zero – todos os sensores haviam sido conectados de forma incorreta. Para cada sensor, havia duas maneiras de fazer a conexão e cada um deles foi instalado de maneira incorreta.
Quando Murphy descobriu o erro, resmungou alguma coisa sobre o técnico, que foi supostamente responsabilizado pelo estrago. Murphy disse algo como “se há duas formas de fazer alguma coisa e uma delas vai resultar em um desastre, é assim que ele vai fazer”.
Pouco tempo depois, Murphy voltou para o Aeroporto Wright, sua base. Mas Stapp, conhecido por seu senso de humor e perspicácia, reconheceu a universalidade do que Murphy havia dito e em uma coletiva de imprensa disse que a segurança da equipe do trenó foguete deveu-se à Lei de Murphy. Ele disse à imprensa que a Lei significava que “Tudo que pode dar errado dá errado”.
Bastou isso. A Lei de Murphy começou a aparecer em publicações aeroespaciais e, logo depois, caiu na cultura popular tendo inclusive sido transformada em livro nos anos 70.
ALGUMAS LEIS:
- A outra faixa sempre anda mais rápido.
- Há dois tipos de pessoas: as que dividem as pessoas em tipos e as que não o fazem.
- O poder corrompe; o poder absoluto corrompe absolutamente.
- O que você perdeu está sempre no último lugar em que você procura.
- Qualquer sociedade suficientemente avançada é indistinguível de mágica.
- Abençoado seja aquele que nada espera, pois não se desapontará.
- Um atalho é a maior distância entre dois pontos.
- Quem pode, faz. Quem não pode, ensina.
- Um projeto bom hoje é melhor que um projeto perfeito amanhã.
A Lei de Murphy e a Lei da Entropia
Na verdade, a Lei de Murphy é sustentada por uma lei natural aceita: a entropia. Essa lei é usada com mais frequência no estudo da termodinâmica – a maneira como a energia muda de uma forma para outra – e diz que, no universo, os sistemas tendem a acabar em desordem e confusão. A entropia, também conhecida como a segunda lei da termodinâmica, sustenta a afirmação da Lei de Murphy que diz que o que pode dar errado vai dar errado.
Evitando a Lei de Murphy
Enquanto a maioria de nós gosta da Lei de Murphy pela capacidade de explicar nosso senso de impotência em certos casos, outros enxergam a lei como uma ferramenta. Pelo menos uma pessoa a vê como uma equação matemática que pode prever as chances de processos darem errado. Joel Pel, engenheiro biológico da University of British Columbia, criou uma fórmula que prevê a ocorrência da Lei de Murphy.
A fórmula usa uma constante igual a um, um fator inconstante e algumas variáveis. Nesta fórmula, Pel usa a importância do evento (I), a complexidade do sistema envolvido (C), a urgência da necessidade de o sistema funcionar (U) e a frequência com que o sistema é usado (F).
Em um ensaio escrito para a revista Science Creative Quarterly, Pel usa o exemplo de prever a ocorrência da Lei de Murphy quando um motorista precisa dirigir seu Toyota Tercel em um trajeto de aproximadamente 100 km até sua casa debaixo de uma tempestade sem que a embreagem quebre. Usando a Equação de Murphy, Pel chegou a uma resposta igual a 1, o que significa que a embreagem do Tercel com certeza vai quebrar em uma tempestade. Apesar de todos que conhecem um Tercel esperarem que isso aconteça, é um certo consolo saber que isso pode ser previsto matematicamente
A Lei de Murphy lembra aos engenheiros, programadores de computador e cientistas uma verdade muito simples: sistemas falham. Em alguns casos, a falha de um sistema significa que o experimento deve ser repetido. Em outros casos, o resultado de uma falha pode custar muito mais caro.
A NASA sabe disso. A agência espacial já teve inúmeras falhas e, apesar de o número ser proporcionalmente pequeno em relação ao seu sucesso, as falhas geralmente custam muito caro. Ironicamente, no caso de uma nave não tripulada em órbita, um conjunto de sensores tinha duas maneiras de ser conectado e – exatamente como aconteceu no teste Gee Whiz de Murphy – todos os sensores foram conectados de maneira incorreta. Quando os sensores não funcionaram como havia sido projetado, os para-quedas, cujo propósito era diminuir a velocidade da nave não abriram, e a nave se estraçalhou no meio do deserto.
São exemplos como esse, junto com a consciência da Lei de Murphy, que levaram designers a instalar dispositivos de segurança. Há vários exemplos desses equipamentos à nossa volta. Alguns são sistemas que usam escolhas limitadas para reduzir erros, como pinos de tamanhos diferentes em um plugue elétrico. Outros são mecanismos que evitam que as coisas passem de ruim para pior em caso de falha, como as máquinas de cortar grama que têm alavancas que precisam ser pressionadas para a máquina funcionar. Se a pessoa que opera a máquina soltar a alavanca, o cortador para de funcionar.
Dispositivos de segurança também são conhecidos como “à prova de idiotas”. Mas a Lei de Murphy tende a entrar em ação, mesmo quando todo cuidado foi tomado para garantir que falhas ou catástrofes não aconteçam. Isso nos leva à última lei relacionada à Lei de Murphy que mencionaremos: a Lei de Grave, que diz que “se você faz algo à prova de idiotas, o mundo criará um idiota melhor”.
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